Resenha: Bohemian Rhapsody – sem spoilers!

Quem aqui é fã do Queen?
Bohemian Rhapsody estreou nesta quinta feira (1) e já pegou muitos amantes e admiradores da banda e de seu vocalista icônico de surpresa.
O filme conta a história de Freddie Mercury e como surgiu Queen.

Desde a primeira cena do filme nos deparamos com as mil manias que Freddie tinha e como tudo isso o compunha. O ator que o interpreta, Rami Malek, buscou incorpar os trejeitos do cantor, dessa forma quem assiste e conhece o personagem capta cada expressão, cada olhar, além de todo sentimento que é proposto e com certeza passado ao telespectador.

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O longa aborda momentos muito extremos da vida do vocalista.
Já no início, podemos ver o quão difícil era sua relação com o pai, Bomi Bulsara, que vivia de implicância com o filho. Sua mãe, Jer Bulsara, sempre um doce e incentivadora, mostrava á sua cria que nem tudo deveria o abalar e que no fim tudo era recompensado de alguma forma. Isso não é dito em palavras pela atriz que interpreta  sua personagem (Meneka Jer), mas o que seu olhar passa ao público, o sentimento que uma mãe tem por seus filhos, é inacreditável, nos faz querer abraça-la.
Quando Farrokh Bulsara, nome verdadeiro do artista, conhece os futuros integrantes da banda, ele demonstra que sempre teve determinação e pro atividade no que fazia, é estampado o quanto ele nasceu para brilhar e isso ninguém poderia negar.
O convívio com os colegas de banda sempre foi ótimo, algo que fez muito parte do caminho até o sucesso. Era uma união, como eles mesmos diziam, uma família, e o apoio que davam a cada um era único, o que os faziam persistir e acreditar que toda aquela trilha valeria a pena.
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O filme menciona também Mary Austin, o grande amor da vida de Freddie. Os dois se relacionaram quando jovens e mesmo depois da sexualidade do cantor ser admitida eles não se largaram, sempre existiu um amor e nada nem ninguém poderia destrui-lo. Freddie cuidava de Mary como sua jóia rara, “meu amor”, era como ele a chamava, e mais um detalhe que não se deixa escapar era como os dois tinham manias em comum que os uniam, como por exemplo, usar o abajur para se comunicarem, ascendendo e apagando.
Pode se notar uma pequena crítica feita à mídia, levando em consideração que Freddie não era assumido para o público, muitas pessoas o questionavam, inclusive em coletivas, de frente para os amantes da banda, de maneira que o reprimisse e o deixasse desconfortável. Isso não deveria ser normal, mas infelizmente era, e mesmo depois de se entender consigo mesmo e todos os males que te acompanhava isso persistiu.
Quando o vocalista permite que um colega de trabalho entre em sua vida, ele se coloca em risco, pois é daí que tudo começa a regredir. Aquela união e força com sua segunda família, é abalada. Devido às más influências, Freddie é induzido a se afastar do grupo e mesmo que não perceba se vê perdido, deixando partir as pessoas mais importantes de sua vida e por sua vez, liberando espaço para que coisas ruins entrem, assim como amantes, drogas, muita bebida e o vírus HIV, o motivo de sua morte.
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Algo que deve ser enfatizado é como a criação de cada música é especial, são momentos únicos destacados no filme. A emoção, as performances e o brilho que cada palavra expõe deixa qualquer fã (ou não) ás lágrimas. Rami Malek, mesmo dublando as canções mostra toda alma e todo amor que Freddie colocava em sua voz.
Do início ao fim o sentimento é contínuo, para aqueles que são fãs das “majestades”, assim como é dito em uma apresentação da banda ao público em um show, sente no coração tudo o que é passado no filme e em suas entrelinhas.
Uma mensagem que podemos absorver do longa é: Viva, sinta, corra atrás, erre, perca-se, ache-se, mas não se deixe apagar sua essência. Você é único, você é humano e uma hora aquilo tudo que se construiu vai cair, mas em hipótese alguma devemos deixar no chão. Reergue-se, as pessoas que estão ao seu lado não o deixará, então não a os deixe. Persista, você é icônico, você é uma lenda.
Bohemian Rhapsody está sendo reproduzido em todos os cinemas do Brasil.

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